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Thursday, October 05, 2006


Demografia
A população do Brasil é muito diversa, tendo participado de sua formação diversos povos e etnias.

A base do povo brasileiro é o elemento português, que colonizou o país após 1500. Até a independência, em 1822, Portugal foi a única nação européia que se estabeleceu com sucesso no Brasil, e grande parte da cultura brasileira tem sua raiz naquela de Portugal. Neerlandeses (ver Invasões holandesas do Brasil) e franceses (ver França Antártica) também tentaram colonizar o Brasil no século XVII, mas sua presença durou apenas algumas décadas.



Mulheres do Norte brasileiroA população indígena original do Brasil (entre 3-5 milhões) foi em grande parte exterminada ou assimilada pela população portuguesa. Desde o início da colonização, a mistura entre portugueses e nativos foi comum.

O Brasil tem uma grande população negra, descendente dos escravos africanos trazidos para o país do século XVI ao século XIX. Mais de 3 milhões de africanos foram levados para o Brasil até o fim do tráfico de escravos, em 1850. Eram principalmente da Angola, Nigéria, Benin, Togo, Gana, Costa do Marfim e São Tomé e Príncipe. A população africana no Brasil se misturou em larga escala com os portugueses, criando uma grande população mestiça no país.


Membros do OlodumNo século XIX, o governo brasileiro estimulou a imigração de europeus para substituir a mão-de-obra escrava. Os primeiros imigrantes não-lusos a se estabelecerem no Brasil foram os suíços, em 1819. Em 1869, o primeiro grupo de imigrantes poloneses chegou ao Brasil. Entretanto, a imigração em massa de europeus para o Brasil só começou após 1875, quando a imigração vinda da Itália, Portugal e Espanha cresceu. De acordo com o Memorial do Imigrante, entre 1870 e 1953, entraram no Brasil cerca de 5,5 milhões de imigrantes, sendo os italianos (1.550.000), portugueses (1.470.000), espanhóis (650.000), alemães (210.000), japoneses (190.000), poloneses (120.000) e 650.000 de diversas outras nacionalidades. O Brasil tem a maior população de origem italiana fora da Itália, com 25 milhões de descendentes de italianos. Esses imigrantes estabeleceram-se sobretudo nos estados do Sul e Sudeste.


Os descendentes de alemães formam grande parte da população do Sul do BrasilComeçando no início do século XX, o Brasil também recebeu um grande número de imigrantes japoneses, que foram principalmente para São Paulo. Constituem hoje a maior população de origem asiática do país. Os japoneses e descendentes residentes no Brasil (1,5 milhão) são a maior população japonesa fora do Japão. Também ocorreu uma significante imigração vinda do Oriente Médio (Líbano e Síria)

A população brasileira está concentrada sobretudo no litoral, com uma menor densidade demográfica no interior.


Raças e etnias
De acordo com o censo de 2000 realizado pelo IBGE, o povo brasileiro se auto-classificou como: brancos (53,7%), pardos (38,5%), negros (6,2%), amarelos (0,5%), indígenas (0,4%) e não-especificados (0,7%). A classificação racial no Brasil é baseada sobretudo na cor da pele e na aparência física, e não na ancestralidade. Um recente estudo genético realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais[2], revela que a maioria dos brasileiros possuem uma combinação de ancestralidade indígena (principalmente tupi e guarani, entre outros), Européia (principalmente portugueses, italianos, espanhóis e alemães) e africana (principalmente Bantu e Iorubá), com uma minoria de ascendência asiática (principalmente japoneses) e árabe (libaneses e sírios).

De acordo com a Constituição brasileira de 1988, racismo é um crime inafiançável e é punido com prisão.
brasileira reflete os vários povos que constituem a demografia do país: indígenas, europeus, africanos, asiáticos, árabes etc. Como resultado da intensa miscigenação de povos, surgiu uma realidade cultural peculiar, que sintetiza as várias culturas que formaram o país. Embora seja um país lusófono e tenha herdado a cultura dos colonizadores portugueses, a realidade nas várias regiões do Brasil reflete a imensa diversidade étnica-cultural do país. No nordeste, nomeadamente na Bahia e no Maranhão, são comuns as festas, os ritos e os ritmos da tradição africana; no norte do País, o folclore e a culinária indígenas; no sul, as tradições européias, das quais merecem destaque a alemã e a italiana, havendo, mesmo, algumas delas que, tendo já desaparecido em seus países de origem, só subsistem no Brasil

Televisão
Pesquisa de audiência feita pelo IBOPE

Globo: 49,9%
SBT: 20,0%
Record: 15,5%
Bandeirantes: 6,9%
Rede TV: 3,4%

Migrações
Migrações internacionais recentes no Brasil
Migrações internas no Brasil
Idiomas

NatalO português é a língua oficial e falada por toda a população. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural em relação aos outros países do continente.

O português é o único idioma falado e escrito oficial do Brasil, com algumas variações na linguagem coloquial de acordo com a região. É a língua usada nas instituições de ensino, nos meios de comunicação e nos negócios.
O idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele falado em Portugal e nos outros países lusófonos. O Português do Brasil e o Português europeu não evoluíram de forma uniforme, havendo algumas diferenças na fonética e na ortografia, embora as diferenças entre as duas variantes não comprometam o entendimento mútuo.
Idiomas minoritários
Apesar do português ser a língua materna de 98% dos brasileiros, diversos outros idiomas minoritários são falados no dia-a-dia no vasto território brasileiro. Parte desses idiomas são línguas indígenas, faladas sobretudo na Região Norte do Brasil. As línguas mais faladas são do tronco Tupi-guarani. Ao todo, são faladas cerca de 180 línguas indígenas no Brasil, porém, muitos desses idiomas estão em sério risco de extinção.

Outras línguas faladas no Brasil são entre as poucas comunidades de descendentes de imigrantes que conseguiram preservar seus idiomas, principalmente no Sul do País. A maior parte dessas comunidades são falantes de dialetos alemães, predominando o Riograndenser Hunsrückisch, embora outros falares germânicos, como o pomerano, ainda sobrevivam em comunidades mais restritas.

O italiano e, principalmente, a língua vêneta (no caso a variante talian) ainda possue falantes concentrados nas serras gaúchas. O japonês tem falantes sobretudo nas colônias de São Paulo, principalmente na Liberdade.

No censo de 2000, aproximadamente dois milhões de brasileiros declararam ter como língua materna uma língua que não é a portuguesa. O alemão foi declarado como língua materna por 1,5 milhão de brasileiros; o italiano por 500 mil, o japonês por 400 mil e o coreano por 37 mil. Essas minorias lingüísticas são em sua maior parte bilíngües, ou seja, falam português juntamente com a língua de origem imigrante. Todavia, devido à rápida assimilação, o número de descendentes de imigrantes que ainda falam a língua dos antepassados está em declínio, principalmente entre as gerações mais novas, que normalmente aprendem primariamente a língua portuguesa.
Religião
Estátua do Cristo Redentor, Rio de JaneiroQuase 3 em cada 4 brasileiros, ou 74% da população, são católicos. Isso faz do Brasil a maior nação católica do mundo.
O número de protestantes tem crescido rapidamente, apresentando 15,4%, ou quase 1 em cada 6.
Cerca de 7% da população não professa nenhuma religião.
Seguidores do espiritismo compreendem 1,3%.
Seguidores de religiões de origem africana (como candomblé e umbanda) representam em torno de 0,3% da população.
A comunidade judaica brasileira tem 160 mil membros, e as religiões asiáticas (xintoísmo, budismo, Seicho-No-Ie etc) são seguidas por 300 mil pessoas. O Islamismo é seguido por 30 mil pessoas.

Meio Ambiente e Patrimonio Histórico
O Brasil é o país de maior biodiversidade do planeta. Foi o primeiro signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), e é considerado megabiodiverso – país que reúne ao menos 70% das espécies vegetais e animais do planeta – pela Conservation International (CI).


Arara-canindéA biodiversidade pode ser qualificada pela diversidade em ecossistemas, em espécies biológicas, em endemismos e em patrimônio genético.

Devido a sua dimensão continental e à grande variação geomorfológica e climática, o Brasil abriga sete biomas, 49 ecorregiões, já classificadas, e incalculáveis ecossistemas. Os cinco maiores biomas são: Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal, Pampas e Sertão.

A biota terrestre possui a flora mais rica do mundo, com até 56.000 espécies de plantas superiores já descritas; mais de 3.000 espécies de peixes de água doce; 517 espécies de anfíbios; 1.677 espécies de aves; e 518 espécies de mamíferos; pode ter até 10 milhões de insetos.

É preciso lembrar que abriga, também, a maior rede hidrográfica existente.

O Patrimônio histórico do Brasil é um dos mais velhos existentes na América, concentrados sobretudo no estado de Minas Gerais (Ouro Preto, Diamantina, São João del-Rei, Sabará, Congonhas, etc) e em outras zonas específicas, como nos centros históricos de Recife, São Luis, Salvador, Olinda, Santos, etc.

Também há diversidade em Sítios Arqueológicos, como o encontrado no Sul do Estado do Piauí: Serra da Capivara. Os problemas enfrentados pela maioria dos sítios arqueológicos brasileiros não afetam os mais de 600 sítios que estão no Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí. Localizado em uma área de 130 mil hectares o Parque Nacional da Serra da Capivara é um exemplo de conservação do patrimônio histórico e artístico nacional. Em 1991, foi consagrado patrimônio mundial pela Unesco.

A Serra da Capivara é uma das áreas mais protegidas do Brasil, pois está sob a guarda do Iphan, Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundahm e do Ibama local, que tem poder de polícia. Nesta mesma área se localiza o Museu do Homem Americano, onde se encontra o mais velho fóssil humano encontrado na América e o segundo mais velho do mundo.

A economia do Brasil é a maior da América Latina , com um PIB da ordem de 795 bilhões (milhares de milhões) de dólares (2005). O Brasil possui a 10ª maior economia do mundo (medida pelo seu PIB PPC), ou a 14ª maior (medida pelo seu PNB PPC), com um PNB de US$ 644,133 bilhões. [1]

A economia do país é bastante diversificada e abrange diversos tipos de atividade econômica e industrial, dentre as principais se encontram:

Indústria aeronáutica
Agricultura e Agroindústria
Indústria automotiva
Divisão Geoeconômica
Indústria de eletro-eletrônicos
Extrativismo
Indústria de transformação
Indústria têxtil
Mineração
Indústria petroquímica
Turismo
Serviços
Sistema Financeiro Brasileiro


Subdivisões e Geografia
As 27 Unidades da Federação.da federação são agrupadas, para fins estatísticos e, em alguns casos, de orientação da atuação federal, em cinco grandes regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Cada estado, bem como o Distrito Federal, tem seus próprios órgãos executivos (na figura do governador), legislativos (Assembléia Legislativa unicameral) e judiciários (tribunais estaduais).

Apenas aos estados cabe subdividir-se em Municípios, que variam em número, entre 15 (Roraima) e 853 (Minas Gerais). As menores unidades autônomas da Federação dispõem apenas do poder Executivo, exercido pelo prefeito, e Legislativo, sediado na Câmara Municipal. Esta última é uma entidade com uma história secular na Península Ibérica e áreas por ela colonizadas
Abaixo, as unidades federais que compõem cada região e suas capitais:

Região Centro-Oeste
Goiás (GO), Goiânia
Mato Grosso (MT), Cuiabá
Distrito Federal (DF), Brasília
Mato Grosso do Sul (MS), Campo Grande
Região Nordeste
Alagoas (AL), Maceió
Ceará (CE), Fortaleza
Maranhão (MA), São Luís
Paraíba (PB), João Pessoa
Pernambuco (PE), Recife
Piauí (PI), Teresina
Rio Grande do Norte (RN), Natal
Bahia (BA), Salvador
Sergipe (SE), Aracaju
Região Norte
Acre (AC), Rio Branco
Amapá (AP), Macapá
Amazonas (AM), Manaus
Pará (PA), Belém
Rondônia (RO), Porto Velho
Roraima (RR), Boa Vista
Tocantins (TO), Palmas
Região Sudeste
Espírito Santo (ES), Vitória
Minas Gerais (MG), Belo Horizonte
Rio de Janeiro (RJ), Rio de Janeiro
São Paulo (SP), São Paulo
Região Sul
Paraná (PR), Curitiba
Rio Grande do Sul (RS), Porto Alegre
Santa Catarina (SC), Florianópolis

Cidades mais populosas
Nota: em milhões de habitantes
São Paulo - 10,92
Rio de Janeiro - 6,09
Salvador - 2,67
Fortaleza - 2,41
Belo Horizonte - 2,37
Brasília - 2,33
Curitiba - 1,75
Manaus - 1,64
Recife - 1,50
Porto Alegre - 1,42
Belém - 1,40
Guarulhos - 1,25
Goiânia - 1,20
Campinas - 1,04
São Luís - 0,97

Maiores aglomerações urbanas em milhões de habitantes
Região Metropolitana de São Paulo - São Paulo - 20,5
Região Metropolitana do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - 11,6
Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais - 5,1
Região Metropolitana do Recife - Pernambuco - 4,2
Região Metropolitana de Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 3,9
Região Metropolitana de Salvador - Bahia - 3,37
Região Metropolitana de Fortaleza - Ceará - 3,35
Região Metropolitana de Curitiba - Paraná - 3,1
Região Metropolitana de Campinas - São Paulo - 2,6
Região Metropolitana de Goiânia - Goiás - 2,0
geografia é diversificada, com paisagens semi-áridas, montanhosas, de planície tropical, subtropical, com climas variando do seco sertão nordestino ao chuvoso clima tropical equatorial, ao frio da região sul, com clima subtropical e geadas freqüentes.

Seu povo é o resultado da miscigenação de diferentes raças e culturas, com influências tanto dos ameríndios, moradores originais do continente, como dos europeus, e dos africanos que foram trazidos como escravos. Além destes, participam também os povos asiáticos, mas de influência mais limitada. A imigração foi incentivada pelo governo no final do século XIX, após a abolição da escravatura, para compor a mão-de-obra que iria trabalhar nas lavouras de café e nas nascentes indústrias. Houve forte fluxo de imigrantes para a região Sudeste (portugueses, italianos, espanhóis) e para a região Sul (alemães, poloneses, eslavos). Outros surtos imigratórios, causados por fatores externos, trouxeram judeus, japoneses e sul-americanos em geral.

Esta miscigenação é responsável, em parte, pelo fato do Brasil ser reconhecido como um dos países mais abertos e tolerantes às diferenças culturais. Pessoas das mais diferentes origens, raças e credos convivem lado a lado, sem tensões sociais, contribuindo para uma cultura rica e diversificada.
Clima
Em conseqüência de fatores variados, a diversidade climática do território brasileiro é muito grande. Dentre eles, destaca-se a fisionomia geográfica, a extensão territorial, o relevo e a dinâmica das massas de ar. Este último fator é de suma importância porque atua diretamente tanto na temperatura quanto na pluviosidade, provocando as diferenciações climáticas regionais. As massas de ar que interferem mais diretamente são a equatorial (continental e atlântica), a tropical (continental e atlântica) e a polar atlântica.

O Brasil apresenta o clima super-úmido com características diversas, tais como o super-úmido quente (equatorial), em trechos da região Norte; super-úmido mesotérmico (subtropical), na Região Sul do Brasil e sul de São Paulo, e super-úmido quente (tropical), numa estreita faixa litorânea de São Paulo ao Rio de Janeiro, Vitória, sul da Bahia até Salvador, sul de Sergipe e norte de Alagoas.

O clima úmido, também com várias características: clima úmido quente (equatorial), no Acre, Rondônia, Roraima, norte de Mato Grosso, leste do Amazonas, Pará, Amapá e pequeno trecho a oeste do Maranhão; clima úmido subquente (tropical), em São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul, e o clima úmido quente (tropical), no Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sudoeste e uma estreita faixa do oeste de Minas Gerais, e uma faixa de Sergipe e do litoral de Alagoas à Paraíba.

O clima semi-úmido quente (tropical), corresponde à área sul do Mato Grosso do Sul, Goiás, sul do Maranhão, sudoeste do Piauí, Minas Gerais, uma faixa bem estreita a leste da Bahia, a oeste do Rio Grande do Norte e um trecho da Bahia meridional.

O clima semi-árido, com diversificação quanto à umidade, correspondendo a uma ampla área do clima tropical quente. Assim, tem-se o clima semi-árido brando, no nordeste do Maranhão, Piauí e parte sul da Bahia; o semi-árido mediano, no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e interior da Bahia; o semi-árido forte, ao norte da Bahia e interior da Paraíba, e o semi-árido muito forte, em pequenas porções do interior da Paraíba, de Pernambuco e norte da Bahia.
O Brasil possui terrenos geológicos muito antigos e bastante diversificados, dada sua extensa área territorial. Não existem, entretanto, cadeias orogênicas modernas, datadas do Mesozóico, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. Eis a razão pela qual a modéstia de altitudes é uma das características principais da geomorfologia brasileira. Raros são os pontos em que o relevo ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país, enquanto as maiores médias regionais estão na Região Sudeste, notadamente nas fronteiras de Minas Gerais e Rio de Janeiro. As rochas mais antigas integram áreas de escudo cristalino, representadas pelos crátons: Amazônico, Guianas, São Francisco, Luís Alves/Rio de La Plata, acompanhado por extensas faixas móveis proterozóicas. Da existência destes crátons advém outra característica geológica muito importante do território: sua estabilidade geológica.

São incomuns no Brasil os grandes abalos sísmicos ou terremotos. Também não existe atividade vulcânica expressiva. As partes mais acidentadas do relevo são resultantes de dobramentos ou arqueamentos antigos da crosta, datados do proterozóico (faixas móveis). As áreas de coberturas sedimentares estão representadas por três grandes bacias sedimentares: Bacia Amazônica, Bacia do Paraná e Bacia do Parnaíba, todas apresentando rochas de idade paleozóica.